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Gatos-bomba da Segunda Guerra Mundial: o que foram?


É fato que o esforço de guerra acaba servindo como impulsionador do desenvolvimento de novas tecnologias para resolver problemas estratégicos. Mas, às vezes, além de boas ideias e tecnologias, algumas coisas absurdas acabam surgindo.


Problema: como guiar uma bomba em direção a um navio? Quer dizer, a bomba está em pleno voo, o ar ao seu redor está em movimento, o navio alemão que é o alvo da bomba também está em movimento, e a bomba foi lançada de um avião também em movimento. É muito movimento.

A ideia dos gatos-bomba

Durante a Segunda Guerra Mundial, alguém do Office of Strategic Services americano (OSS – “Escritório de Serviços Estratégicos”, precursor da CIA) raciocinou que gatos não gostam de se molhar, ou seja, entre cair no mar e cair em um navio, eles vão preferir cair no navio. Além disso, gatos sempre caem de pé, o que significa que eles têm algum controle sobre a própria queda.

Por que não usar estas características deste pobre animal para fazer com que ele guie uma bomba para o convés de um navio? Eis que surgiram os gatos-bomba. A ideia parecia bastante lógica e foi colocada em teste. Mas teve que ser abandonada.

Aparentemente, os gatos-bomba não poderiam guiar as bombas porque ficavam inconscientes no meio da queda (sim, algum desalmado realmente jogou alguns gatos para testar a ideia).



Só para constar, os japoneses tiveram uma ideia “parecida” com os gatos-bomba, mas eliminaram a parte em que a bomba era liberada a partir do avião, e resolveram mandar de uma vez um avião-bomba em direção ao navio, com um piloto humano (os famosos pilotos camicazes). A taxa de “sucesso” foi de cerca de 14%.

Fonte: hypescience
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