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Monge é encontrado mumificado em posição de lótus


O corpo mumificado de um monge mongol foi encontrado na posição de lótus, como se estivesse meditando por 200 anos.

Até agora, sabe-se muito pouco sobre ele. Especialistas só tiveram tempo de realizar um teste visual rápido no corpo, e disseram acreditar que ele tem cerca de 200 anos de idade.

Não há informações a respeito de onde foi encontrado exatamente. Os únicos detalhes divulgados foi de que a múmia estava coberta com pele de gado.

Budismo, morte e monges em lótus

A descoberta provocou comparações com Dashi-Dorzho Itigilov, um lama budista (título dado, no budismo tibetano, a um professor de darma) que morreu em 1927 com 73 anos.

Itigilov estava meditando quando morreu e foi colocado em um caixão sentado. De acordo com instruções deixadas por ele antes de sua morte, Itigilov foi exumado em 1955, 1973 e 2002 e, em cada ocasião, seu corpo apresentava poucos sinais de decadência. Na ocasião mais recente, um cientista forense descreveu a múmia como “na condição de alguém que tinha morrido 36 horas atrás”.

O monge mongol recém-encontrado pode ter sido um predecessor de Itigilov.

Prática comum?

A escritura budista promove preocupação com a alma sobre o corpo. No entanto, ao longo dos séculos, a religião tem sido muitas vezes influenciada por tradições animistas, em que a incorruptibilidade do corpo é vista como um sinal de santidade.

Assim, de quando em quando, monges deixam instruções para serem enterrados sentados em posição de lótus, muitas vezes com agentes de secagem, como carvão ou cal.

Enquanto isso frequentemente leva a uma preservação notável, alguns monges sofrem por realizarem o processo horrível de automumificação ou Sokushinbutsu antes da morte.

Esse processo envolve a eliminação de gordura e umidade da dieta antes da morte, juntamente com o consumo de ervas e nozes venenosas, o que pode suprimir o crescimento bacteriano. O método culmina com o consumo de um chá normalmente usado como verniz para tigelas, como uma espécie de formol.

Não está claro o quanto da preservação do corpo do monge descoberto nos últimos dias é resultado de seus próprios esforços, e quanto é resultado da aplicação de couros bovinos sobre ele após a morte.


Itigilov estava meditando quando morreu e foi colocado em um caixão sentado. De acordo com instruções deixadas por ele antes de sua morte, Itigilov foi exumado em 1955, 1973 e 2002 e, em cada ocasião, seu corpo apresentava poucos sinais de decadência. Na ocasião mais recente, um cientista forense descreveu a múmia como “na condição de alguém que tinha morrido 36 horas atrás”.

O monge mongol recém-encontrado pode ter sido um predecessor de Itigilov.

Prática comum?

A escritura budista promove preocupação com a alma sobre o corpo. No entanto, ao longo dos séculos, a religião tem sido muitas vezes influenciada por tradições animistas, em que a incorruptibilidade do corpo é vista como um sinal de santidade.

Assim, de quando em quando, monges deixam instruções para serem enterrados sentados em posição de lótus, muitas vezes com agentes de secagem, como carvão ou cal.

Enquanto isso frequentemente leva a uma preservação notável, alguns monges sofrem por realizarem o processo horrível de automumificação ou Sokushinbutsu antes da morte.

Esse processo envolve a eliminação de gordura e umidade da dieta antes da morte, juntamente com o consumo de ervas e nozes venenosas, o que pode suprimir o crescimento bacteriano. O método culmina com o consumo de um chá normalmente usado como verniz para tigelas, como uma espécie de formol.

Não está claro o quanto da preservação do corpo do monge descoberto nos últimos dias é resultado de seus próprios esforços, e quanto é resultado da aplicação de couros bovinos sobre ele após a morte.

Fonte: hypescience
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