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3 locais inimagináveis com presença de bactérias

Desde que o mundo é mundo, de acordo com a ciência, existem os vírus e bactérias. Segundo muitas pesquisas, todas as espécies existentes no mundo são graças a esses organismos. Infelizmente alguns desses minúsculos seres causam doenças para a espécie humana.

Claro que as pessoas não ficam pensando a todo instante locais mais ou menos propícios de ter presença alta de bactérias. Mas há locais em que nem se imagina é passível de contaminação.
Se alguém dissesse para você que aquele gelo usado para conservar alimentos ou que um bar e restaurante que colocou algumas pedras de gelo na sua bebida pode ter contaminação bacteriana, acreditaria? Acreditaria que uma cafeteira pode conter altos índices de bactérias e fungos?

Certamente que não por que os gelos possuem temperaturas abaixo de zero e as cafeteiras usam água quente.

1 – Gelo pode ser contaminado

Latinhas, embalagens comuns em cerevejas e refrigerantes, podem ser contaminados pelo gelo.
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o gelo pode conter altos índices de vírus e bactérias. Segundo dados divulgados por uma pesquisa encomendada pelo Instituto de Tecnologia do Alimento de São Paulo, boa parte dos produtos comercializados na cidade contém algum nível de contaminação.

Foram coletadas amostras de alimentos e bebidas conservadas com gelos de vendedores ambulantes além de bares e restaurantes. O resultado foi impressionante. De acordo com o resultado da pesquisa, em todas as amostras, havia níveis de contaminação de microorganismos aeróbios mesófilos, bem como bolores e leveduras acima de 50 unidades formadores de colônia por centímetro quadrado (ufc/cm2), padrão superior ao aceito pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas).

O estudo avaliou também o nível de contaminação externa das latas, copos de plástico, garrafas de plástico, copos de vidro e canudos. A lata apresentou menor nível de contaminação, com apenas 13,3% das amostras com índice superior a 50 ufc/cm2.

Isso acontece por que não houve uma manipulação adequada da água que forma o gelo. Entre os vendedores ambulantes foram encontrados os maiores níveis de contaminação, principalmente vírus que podem causar doenças graves, como hepatite A, inclusive.

No caso de bares e restaurantes a causa maior foi devido à falta de higiene dos aparelhos que fazem gelo, como máquina de gelo industrial, por exemplo. Por isso, a Vigilância Sanitária orienta consumidores a denunciar ambulantes e empresas que não se preocupam com a manipulação do gelo.
Já imaginou gelo ser contaminando por vírus e bactérias patogênicas?

2 – Teclados de computadores e notebooks

Os teclados de computadores podem ter muitas bactérias.
Várias pesquisas realizadas nos Estados Unidos e também no Brasil identificaram que teclados e mouses são verdadeiras fontes de contaminação em hospitais. O curioso é que após as primeiras divulgações das pesquisas também foi ampliada análises para computadores domésticos e o resultado não poderia ser diferente. Nossas mãos manipulam os mais diversos objetos e isso transporta bactérias para o teclado. E claro muitas pessoas não se preocupam com isso. É comum usar computadores, digitar textos, e depois comer um lanche, ir para o almoço sem lavar as mãos. Por incrível que pareça, bactérias presentes nos teclados são transmitidas para as mãos e assim facilmente entram em nosso organismo. Esse nível de contaminação é comum, principalmente, em locais públicos e em escritórios, afinal, quase sempre parceiros de trabalhos usam computadores um dos outros.

Você já se preocupou com a limpeza do teclado de seu computador? Para fazer uma limpeza adequada, não apenas para tirar sujeiras, mas descontaminação, siga as seguintes etapas:
  • Desligue o computador.
  • Vire o teclado com as teclas voltadas para baixo e agite-o para que partículas maiores se desprendam e caiam.
  • Se tiver um compressor de ar comprimido ou um aspirador portátil, complemente a limpeza.
  • Utilize um pano macio umedecido com álcool isopropílico para higienizar as teclas e os espaços entre elas.
  • O mouse pode ser limpo com a mesma solução de álcool isopropílico.

3 – Cafeteira elétrica também é ótima hospedeira de bactérias

Da mesma maneira que o gelo, certamente poucas pessoas imaginam que uma cafeteira pode ser potencial fonte de contaminação, até por que a água é sempre muito quente e dependendo do modelo da cafeteria chega a ser água fervente e por isso é inimaginável pensar que vírus e bactérias podem se hospedar no aparelho.

Em reportagem do portal O Globo aponta que a cafeteria é um dos objetos domésticos mais perigosos. Muitas bactérias gostam de ambientes úmidos e escuros, e a cafeteira é ideal para isso. Geralmente a água quente não preenche por completo o reservatório e por isso o vapor interno se torna uma verdadeira casa para os microorganismos.

Lavar com água e sabão não resolve. Para limpar corretamente a cafeteira e desinfetar o aparelho siga as seguintes etapas:
  • Encha o reservatório de água do aparelho com cerca de quatro xícaras de vinagre.
  • Deixe o vinagre por aproximadamente 30 minutos, sem ligar o aparelho. 
  • Depois complete com água e ligue o aparelho. Após, complete com água umas três vezes ligando o aparelho para que o cheiro do vinagre desapareça.
Não precisa fazer esse procedimento de limpeza com frequência. O ideal é fazer essa limpeza a cada 60 ou 90 dias.

Certamente você deve ter se surpreendido com pelo menos um item descrito nesse artigo.

Paulo Augusto Sebin é jornalista e blogueiro residente na cidade de Londrina – PR. Já atuou em jornal impresso, agências de marketing e assessoria de imprensa para empresários lotéricos de Londrina. Atua no departamento de comunicação da empresa Termall Máquina de Gelo e Refrigeração.
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About Paulo Sebin

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